Relatório preliminar do Ministério Público de Santa Catarina afirma que os parentes dos adolescentes citados inicialmente na investigação sobre a morte do cão Orelha não agiram para “silenciar” o porteiro do prédio por causa das acusações de maus-tratos ao animal.Leia mais (04/14/2026 – 20h03)
Fonte: UOL Noticias