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Ataques em Gaza matam mais de 700 pessoas durante cessar-fogo

O Ministério da Saúde da Faixa de Gaza, sob gestão do Hamas, apresentou um balanço alarmante neste domingo (29), denunciando que os ataques das forças de Israel resultaram na morte de 702 pessoas desde a declaração de um cessar-fogo em outubro de 2025. A trégua, classificada por autoridades locais como “virtualmente inexistente”, tem sido marcada por uma escalada de violência que vitimou mais dez pessoas e feriu outras 18 apenas nas últimas 24 horas, evidenciando a fragilidade dos acordos diplomáticos na região.
As versões sobre a quebra da neutralidade são conflitantes. O movimento islamita Hamas acusa o exército israelense de violar sistematicamente os termos do cessar-fogo com incursões e bombardeios. Por outro lado, as Forças de Defesa de Israel sustentam que as operações militares são respostas diretas a atividades de milícias palestinas que descumprem o que foi pactuado. O impasse mantém a população civil em estado de alerta máximo, sem garantias de segurança mesmo em áreas teoricamente protegidas.
Balanço trágico e crise humanitária
Desde o início do conflito em outubro de 2023, os números da guerra em Gaza atingiram patamares catastróficos. O novo levantamento oficial eleva o total de mortos para 72.270 e o de feridos para 172.013. A magnitude dessas cifras reflete não apenas os combates diretos, mas também o colapso do sistema de saúde e a dificuldade de acesso a suprimentos básicos, tornando Gaza o epicentro de uma das crises humanitárias mais graves do século 21.
A comunidade internacional, reunida em fóruns como o que ocorre atualmente no Paquistão, tenta mediar uma solução que interrompa o ciclo de represálias. Em Porto Velho, observadores de direitos humanos ressaltam que o desrespeito a tréguas declaradas dificulta o envio de ajuda humanitária e a evacuação de feridos graves. A expectativa é que novas rodadas de negociações busquem estabelecer mecanismos de monitoramento mais rígidos para garantir que o cessar-fogo seja, de fato, respeitado por ambas as partes.
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Fonte: News Rondônia

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