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Asfalto em Porto Velho: técnica aumenta durabilidade

A prefeitura de Porto Velho implementa técnicas de preservação do asfalto para aumentar a durabilidade das vias, especialmente durante o período chuvoso, quando os danos costumam ser mais frequentes. A estratégia envolve um conjunto de etapas técnicas que começam antes mesmo da aplicação do pavimento.
A iniciativa já está em execução em diferentes pontos da cidade e busca resolver problemas históricos relacionados à baixa resistência do asfalto em regiões com alta umidade e solo sensível.
Planejamento técnico antes do asfalto
O modelo adotado considera fatores como tipo de solo, nível do lençol freático e escoamento da água da chuva. A proposta é preparar adequadamente a base das vias antes da aplicação do asfalto definitivo, reduzindo riscos de erosão, buracos e desgaste precoce.
Na rua Pernambuco, no bairro 3 Marias, as equipes atuam na correção do solo e na imprimação da base — etapa essencial para estabilizar o terreno e garantir melhor aderência do pavimento.
Esse tipo de preparação é considerado fundamental em cidades amazônicas, onde o regime de chuvas intensas impacta diretamente a durabilidade das obras de infraestrutura.
Padronização e expansão das obras
A técnica já foi aplicada em outras regiões, como a Estrada dos Japoneses e o Ramal Brasil, indicando uma padronização dos serviços executados pela Secretaria Municipal de Infraestrutura.
Após a fase de estabilização, as vias passam por avaliação técnica antes de receber o asfalto definitivo. Caso necessário, ajustes são realizados para garantir a qualidade final da obra.
Segundo o secretário municipal de Infraestrutura, Thiago Cantanhede, o processo segue um planejamento estruturado. A proposta é assegurar que o investimento público resulte em obras mais duráveis e eficientes.
Impacto na mobilidade e qualidade de vida
A adoção dessas técnicas representa uma mudança na forma de execução das obras viárias em Porto Velho. Em vez de intervenções corretivas frequentes, o foco passa a ser a prevenção de problemas estruturais.
Com isso, a expectativa é melhorar a trafegabilidade, reduzir custos de manutenção e oferecer mais segurança para motoristas e pedestres.
Além do impacto direto na mobilidade urbana, a durabilidade do asfalto também influencia a qualidade de vida da população, especialmente em bairros historicamente afetados por lama, alagamentos e dificuldades de acesso durante o inverno amazônico.
A medida reforça a importância do planejamento técnico em obras públicas, especialmente em regiões onde as condições climáticas exigem soluções mais adaptadas à realidade local.
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Fonte: News Rondônia

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